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Ter, 25 de Maio de 2010 22:06 |
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Veja os benefícios de um Parto Normal com acompanhamento de uma Doula. A Casa de Parto São Sebastião (Rede Pública), no Distrito Federal, é referência em Parto Humanizado. |
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Dom, 16 de Maio de 2010 00:47 |
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Folder desenvolvido pelas Enfermeiras Obstetras que compõem o Centro de Parto Normal da Maternidade Dona Evangelina Rosa.
- Folder Frente

- Folder Verso

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Dom, 16 de Maio de 2010 00:44 |
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A ABENFO-PI apóia e indica o Preparatório do Centro Holístico Rosa Sampaio.

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Sáb, 01 de Maio de 2010 22:12 |
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Piauí reduz Mortalidade Infantil

Os índices de mortalidade infantil vêm diminuindo de forma gradativa nos últimos sete anos no Piauí. Em 2002, para cada mil crianças nascidas vivas 33 morriam antes de completar um ano de vida. Já em 2009, esta taxa caiu para 24 crianças de cada mil nascidas vivas. Esses dados foram apresentados na publicação Indicadores de Saúde 2002-2009, da Secretaria da Saúde. Segundo a diretora de Vigilância e Atenção à Saúde, Leidimar Alencar, dados de uma pesquisa realizada em todo o Brasil sobre a Mortalidade Infantil revelaram que a cada 10% de expansão do Programa Saúde da Família, os índices de mortalidade decrescem em torno de 4,6% nessas regiões. A pesquisa mostra que o acesso aos serviços de saúde e uma melhoria da assistência são mais significativos para a redução da mortalidade do que o saneamento básico, conta a diretora. Dentro dos eixos abordados na publicação está também o que trata sobre a Atenção Básica em Saúde e a Estratégia Saúde da Família, onde se destaca que quando a atenção primária ocupa o papel central na organização dos sistemas de saúde melhora o estado de saúde da população com equidade, proporciona diminuição de custos e garante resolutividade de até 85% dos problemas de saúde. A cobertura atual do PSF no Piauí é de 93,3%.
Ações para reduzir a Mortalidade Infantil

O Estado do Piauí vem desenvolvendo diversas ações para a redução da mortalidade infantil. A Secretaria da Saúde lançou o Plano Estadual de Ações Estratégicas pela Redução da Mortalidade Infantil, que tem como meta reduzir a mortalidade em 5% até 2010. O plano foi traçado em comum acordo entre municípios e Estado. O Piauí tem 24 cidades consideradas prioritárias: Teresina, União, Altos, José de Freitas, Picos, Paulistana, Parnaíba, Cocal, Floriano, Piripiri, Barras, Esperantina, Miguel Alves, Pedro II, Piracuruca, Batalha, Luzilândia, Bom Jesus, Corrente, Castelo do Piauí, São João do Piauí, São Raimundo Nonato, Valença do Piauí e Oeiras. Picos, Teresina e Parnaíba concentraram 50% dos óbitos infantis em 2008. O Piauí foi o Estado do Nordeste que mais reduziu os índices de mortalidade infantil entre os anos de 2007 e 2008. "Mesmo com esses avanços, ainda não podemos comemorar e sim reforçar as ações para que a meta de redução de 5% seja cumprida até o final deste ano, afirma Cristiane Moura Fé. Segundo o Ministério da Saúde a maioria das mortes de recém-nascidos ocorre por causas evitáveis, entre elas falta de atenção adequada à mulher durante a gestação, no parto e também ao feto e ao bebê. Além desses fatores, a mortalidade infantil também está associada à educação, ao padrão de renda familiar, ao acesso aos serviços de saúde, à oferta de água tratada e esgoto e ao grau de informação das mães.
Enfermagem Obstétrica

Paralelo a construção das Ubas, a Secretaria da Saúde, através do convênio com a Universidade Federal do Piauí e Ministério da Saúde, está realizando o curso de Especialização em Enfermagem Obstétrica que capacita enfermeiros (servidores públicos efetivos) para realizarem partos de baixo risco. Os profissionais estão exercendo estágios na Maternidade Dona Evangelina Rosa e tem o apoio da Associação Brasileira de Obstetrizes e Enfermeiras Obstetras (ABENFO - Seção Piauí).
Especialização em Enfermagem Obstétrica

Desta primeira turma que deve se formar no mês de julho deste ano, participam 48 profissionais que trabalham na atenção básica ou assistência hospitalar nos municípios onde serão implantadas as Unidades Básicas Avançadas de Saúde (Ubas), nos hospitais de pequeno porte, na Maternidade Dona Evangelina Rosa e também professores da disciplina Saúde da Mulher da Universidade Estadual do Piauí. Para participar do curso, o profissional deve ser e se comprometer a prestar os serviços no seu município de origem, no tempo equivalente ao investimento da especialização. A Enfermeira Lucimar Ramos afirmou que em outros países a profissão é muito valorizada. “Na Inglaterra, 77% dos partos são acompanhados por enfermeiras obstetras. E no Piauí, com certeza, esses profissionais vão modificar os indicadores de saúde do Estado”, afirmou. Para a técnica do Ministério da Saúde, Luciana Bordinoski, o Estado deve estar focado no pacto pela redução da mortalidade infantil. “Nós temos que estar comprometidos com essa mudança no cenário nacional realizando ações concretas como esta para cumprir o pacto”, frisou. A dona de casa Rosineide dos Santos foi uma das primeiras pacientes do Centro de Parto Normal da Maternidade Evangelina Rosa inaugurado em janeiro deste ano. “Confesso que eu estava com medo, mas fui bem atendida e agora tanto eu como o meu bebê estamos passando muito bem”, afirmou.
Centro de Parto Normal
O Centro está inserido nas recomendações do Ministério da Saúde e na Política Nacional de Humanização do Sistema Único de Saúde (PNH/SUS) de tornar o parto normal uma experiência cada vez mais natural e familiar, bem como no esforço de reduzir o volume de partos cirúrgicos desnecessários. De acordo com o diretor da Maternidade Dona Evangelina Rosa, Francisco Passos, 47% dos partos realizados naquela instituição são normais. “Queremos aumentar esse percentual. A mulher e a criança têm muito mais vantagens com o parto normal”, ressaltou. O Centro de Parto Normal é uma iniciativa do Governo do Estado, que busca gerar as condições para a formação e treinamento de profissionais de saúde, capazes de prestar a devida assistência de saúde em localidades do Estado que não dispõem de médicos e, sobretudo, na atenção às grávidas com gestações sem risco ou de baixo risco dentro do Projeto Direito de Nascer na Minha Terra. Acesse a matéria completa no site. |
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Seg, 12 de Abril de 2010 01:01 |
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Gestar e Parir: A Arte de Cuidar
Enfermagem é a arte de cuidar e também uma ciência cuja essência e especificidade é o cuidado ao ser humano, individualmente, na família ou em comunidade de modo integral e holístico (compreendendo o ser humano como “um todo”), desenvolvendo de forma autônoma ou em equipe atividades de promoção, proteção, prevenção e recuperação da saúde.
A Enfermeira (o) é uma profissional preparada para atuar em todas as áreas da saúde: assistencial, administrativa e gerencial, responsável inicialmente pela promoção, prevenção e na recuperação da saúde dos indivíduos, dentro de sua comunidade. É a profissional que fica em contato direto e diário com os pacientes, que os compreende e os conforta, fazendo um trabalho extenso e significativo, porém, muitas vezes, pouco valorizado e reconhecido. Em suma, a Enfermeira, ou pelo menos aquela que o é na essência, não o faz pelo “status quo” e sim pela única recompensa de ver os resultados do seu “cuidar”. Deste modo, é inegável a importância da Enfermeira na prática diária intra-hospitalar ou na comunidade. Porém, esta se torna ainda mais necessária e expressiva com relação ao processo de gestar e parir. É nesse momento único e sublime da vida de uma mulher que a Enfermagem, no caso a Enfermagem Obstétrica, se faz presente em defesa da preservação da integridade do corpo da mulher e do respeito a sua privacidade e do poder feminino no processo de parir. As Enfermeiras Obstetras são favoráveis à concepção de que a gravidez e o parto são processos fisiológicos. Mundialmente se aceita que, durante o parto, a mulher seja a protagonista, logo, tem o direito de escolher o tipo de parto, quem a assiste e onde quer parir: no hospital, na clínica, na casa de parto ou no próprio domicílio. Nesse contexto, surgiu a Associação Brasileira de Obstetrizes e Enfermeiras Obstetras (ABENFO), fundada em 04 de agosto de 1954, congregando Obstetrizes e Enfermeiras (os) Obstetras, habilitadas ou especialistas na área da Saúde da Mulher e do Recém-Nascido, e em nível local, a Secção Piauí da ABENFO foi fundada em pela profa. Dra. Antonieta Tyrrell presidente da ABENFO Nacional, tendo como a primeira presidente a Profa. Inez Sampaio Nery. A ABENFO é uma Entidade de direito privado, sem fins lucrativos, de caráter sócio-cultural, técnico-científico e político, tendo como finalidades congregar os profissionais supracitados para incentivar o espírito de união e solidariedade entre a categoria, promover a tomada de consciência sócio-política e o desenvolvimento técnico-científico, cultural e profissional que favoreça o avanço das áreas, representar a Enfermagem Obstétrica e Neonatal nos fóruns de entidade, além de apoiar os Programas Governamentais relativos à Saúde da Mulher e Neonatal. De tal modo, a Enfermeira Obstetra é a profissional responsável pelos Cuidados de Enfermagem à Mulher e Família, no seu Ciclo Reprodutivo, e ao Recém-nascido, sendo legalmente habilitados para a assistência à gestação e parto normal e capacitados para avaliar riscos e complicações que possam surgir. A Enfermeira Obstetra compete promover, assistir e supervisar os cuidados à mulher e à criança, inseridas na família/comunidade, desenvolvendo parcerias para promover a sua Saúde, a do Recém-nascido e a das Famílias, considerando a gravidez como um acontecimento natural na vida da mulher, de acordo com a sua cultura. Recentemente a ABENFO-PI obteve duas grandes conquistas que marcarão a história do Piauí. A primeira foi a realização de um Congresso Nacional em sua capital, Teresina, o VI Congresso Brasileiro de Enfermagem Obstétrica e Neonatal - VI COBEON, em junho de 2009 cuja mobilização e numero de pessoas inscritas representou uma quebra de paradigma na história da Enfermagem Obstétrica em nosso País. A segunda grande conquista, foi a inauguração do Centro de Parto Normal (CPN) no dia 12 de janeiro de 2010, na Maternidade Dona Evangelina Rosa, em Teresina-Piauí. Este novo espaço de atendimento às gestantes foi uma iniciativa da Associação Brasileira de Obstetrizes e Enfermeiras Obstetras (ABENFO-PI) com o apoio da Secretaria da Saúde do Estado (SESAPI) e Universidade Federal do Piauí (UFPI). Com a criaçao do CPN/MDER o estado do Piauí, assume o compromisso de prestar assistência humanizada às mães que desejam e podem ter parto normal desde o pré-natal, onde podem contar com ambiente/espaço adequadamente estruturado para oferecer às gestantes acolhimento e ambiência necessária para que o parto normal possa ocorrer de forma natural e podendo contar com a companhia do familiar ou amigo que a gestante escolher. Essas duas conquistas nos enchem de orgulho, pois mostram quão responsáveis e competentes nós somos. Mostra que a Enfermagem Obstétrica, apesar de pequena em quantidade, tem uma força incomensurável, que, quando aliada a força da mulher empoderada, se torna imbatível. É essa união que nos motiva, nos impulsiona a caminhar, nos dá forças quando já estamos pensando em parar... É em busca desse ideal, da certeza que podemos fazer melhor, é que continuamos e sempre continuaremos nesta luta. Assim, reconhecendo e valorizando a inegável contribuição da Enfermagem Obstétrica, a ABENFO-PI vem a público louvar e parabenizar esses profissionais que travam verdadeiras batalhas no dia a dia, com o reflexo (positivo) deste trabalho sendo visto a todo instante. Neste dia 12 de abril, Parabéns a todas as que fazem a Enfermagem Obstétrica!!!
Texto produzido pelos Enfermeiros Lívia Maria Mello Viana (Mestranda em Enfermagem - UFPI), Marcelo Prado Santiago (Mestrando em Ciências Farmacêuticas - UFPI) e Ms. Lucimar Ramos Ribeiro Gonçalves (Enfermeira Obstetra e Professora Adjunta - UFPI).
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Dom, 04 de Abril de 2010 16:00 |
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