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O Centro de Parto Normal (CPN) da Maternidade Dona Evangelina Rosa (MDER) situado em Teresina-PI, começou a funcionar no dia 11/01/2010 e foi inaugurado na manhã do dia 12 de fevereiro de 2010, tendo como coordenadora a Enfermeira Obstetra Profª Lucimar Ramos Ribeiro Gonçalves. Esteve presente na solenidade o Secretário de Estado da Saúde, Assis Carvalho, acompanhado pela Primeira Dama do Estado e Secretária de Inclusão para Pessoas com Deficiência, Rejane Dias, e outros representantes do governo. O CPN já inaugurou com a presença de duas puérperas já com seus bebês no colo e respectivos familiares. A primeira partureiente a dar a luz foi a Srª Rosineide dos Santos acompanhada de seu companheiro que relatou por ocasião da entrevista “Confesso que eu estava com bastante medo, mas fui bem atendida e agora tanto eu como o meu bebê estamos passando muito bem”, afirmou.

O CPN conta com uma equipe 10 Enfermeiras Obstetras para atender as recomendações do Ministério da Saúde e na Política Nacional de Humanização do SUS - PNH/SUS de tornar o parto normal uma experiência cada vez mais natural e familiar, bem como no esforço de reduzir o volume de partos cirúrgicos desnecessários. O Secretário de Saúde Assis Carvalho em entrevista afirmou: “Este é mais um passo a frente nesta luta mundial a favor do parto normal. As nossas gestantes serão atendidas e acolhidas aqui de forma humanizada e o melhor de tudo, que é com o apoio da família”. O Centro está inserido nas recomendações do Ministério da Saúde e na Política Nacional de Humanização do SUS - PNH/SUS. O diretor da Maternidade Dona Evangelina Rosa, Francisco Passos, informou que: Apenas 47% dos partos realizados naquela instituição são normais. “Queremos aumentar esse percentual. A mulher e a criança têm muito mais vantagens com o parto normal”, ressaltou.

O Centro de Parto Normal é uma iniciativa do Governo do Estado, que busca gerar as condições para a formação e treinamento de Enfermeiras Obstetras, capazes de prestar a devida assistência de saúde também em localidades do Estado que não dispõem de médicos e, sobretudo, na atenção às grávidas com gestações sem risco ou de baixo risco atendendo os critérios estabelecidos no projeto “Direito de Nascer na Minha Terra".

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